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Terça-feira, 5 de Setembro de 2006

Socialismo (Comunismo] versus Capitalismo

É importante ver as diferenças!

    De vez em quando, gosto de jogar ogame! Mas epah um camarada a jogar um jogo imperialista? É verdade mas não se preocupem eu não ataco!!! Mas fora de brincadeiras! E pensei bom ontem editei aqui o meu apoio ao nosso camarada Jerónimo de sousa, hoje o que vou dizer? O que irei dizer que já não tenha sido dito? E que tal as diferenças entre o os C's? Comunismo vs Capitalismo! Resolvi sondar o google e o sapo spbre o que se dizia por aí! Pelo meio encontre os Americanos com as tais falsas notícias sobre Cuba e Fidel Castro!!! Como sempre. E como sempre é também a "opressão" que fazem nos meios de comunicação à matéria de comunismo sempre religadas para a coreia e o regime e os testes e etc! Mas depois de uma busca mais exaustiva encontrei um texto que acho demonstrar o final deste confronto:

    O único senão é o de que está em Português brasileiro. Por isso não liguem à falta de C's P's e H's mudos!

    "O debate entre socialismo e capitalismo continua em pé. De fato, a batalha das idéias se está agudizando. As agências internacionais, incluídas as Nações Unidas, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os informes de organizações não governamentais, da UNESCO e de especialistas econômicos independentes, regionais e nacionais, fornecem uma boa prova de que é necessário comparar as vantagens do capitalismo e do socialismo.
As comparações entre países e regiões, antes e depois da volta do capitalismo na Europa do Leste, Rússia e Europa Central, assim como uma comparação de Cuba com os antigos países comunistas, nos proporcionam uma base adequada para sacar algumas conclusões definitivas. Quinze anos de "transição ao capitalismo" são um tempo más que adequado para julgar o funcionamento e o impacto das políticas capitalistas, as privatizações, a política de livre mercado e outras medidas destinadas a restaurar a economia, a sociedade e o bem-estar geral da população.

Resultados econômicos: crescimento, emprego e pobreza

Sob o comunismo, as decisões econômicas e a propriedade eram nacionais e de domínio público. Durante os quinze anos de transição ao capitalismo, quase todas as industrias básicas, a energia, a mineração, as comunicações, as infra-estruturas e as indústrias comerciais passaram para as mãos de companhias multinacionais européias e estadunidenses e de milionários do crime organizado, ou então deixaram de existir. Isto levou ao desemprego massivo e ao subemprego, a uma relativa estagnação, uma enorme emigração e uma descapitalização da economia a través de transferências ilegais, lavagem de dinheiro e pilhagem de recursos.
Na Polônia, os antigos estaleiros de Gdansk, o local de origem do sindicato Solidariedade, estão fechados e agora são uma peça de museu. Mais de 20 % da mão de obra encontra-se oficialmente desempregada (Financial Times, 21/22 de fevereiro de 2004) e assim tem sido durante a maior parte da década. Outro 30% está "empregado" em trabalhos marginais e mal pagos (prostituição, contrabando, drogas, mercados de rua, ambulantes e economia submersa). Na Bulgária, Romênia, Letônia e antiga Alemanha do Leste predominam condições parecidas ou piores: a média por pessoa do crescimento durante os passados 15 anos é muito inferior à dos 15 anos anteriores sob o comunismo (sobretudo se incluímos as vantagens da assistência médica, educação, habitação subsidiada e as pensões). Alem disso, as desigualdades econômicas se multiplicaram e o 1% da população que tem renda superior controla o 80% dos ativos privados e mais do 50 % dos ingressos, enquanto os níveis de pobreza ultrapassam em muito o 50 %.
Na antiga URSS, sobretudo nas repúblicas asiáticas do sul, como Armênia, Geórgia e Uzbequistão, o nível de vida caiu 80%, quase um quarto da população emigrou ou se converteu em indigente e as indústrias e o tesouro público e as fontes de energia foram saqueadas. Os sistemas científico, sanitário e educacional têm sido quase destruídos. Na Armênia, o número de pesquisadores científicos diminuiu de 20 mil em 1990 a 5 mil em 1995, e continua se reduzindo (National Geographic, março de 2004). Armênia, deixou de ser um centro de alta tecnologia soviética e passou a ser um país controlado pelo crime organizado e no qual a maioria das pessoas vivem sem calefação nem eletricidade.
Na Rússia, a pilhagem foi ainda maior e a decadência econômica muito mais grave. Em meados dos anos 90, mais de 5% da população (e inclusive mais, fora de Moscou e São Petersburgo, a antiga Leningrado) vive na pobreza, aumentou o número de pessoas sem casa e os serviços sanitários e educacionais universais já não existem. Nunca em tempos de paz da história moderna existiu um país que cai-se tão baixo e com tal rapidez e profundidade como a Rússia capitalista. A economia foi "privatizada", isto é, foi assumida por criminosos russos, dirigidos pelos oito maiores milionários que sacaram fora do país mais de 200 bilhões de dólares, sobretudo para bancos de Nova Iorque, Tel Avive, Londres e Suíça. O assassinato e o terror foram as armas escolhidas para a "concorrência econômica", conforme cada setor da economia e da ciência ficava dizimado e os cientistas de nível mundial melhor treinados se viam privados de recursos, de instalações básicas e de renda. Os principais beneficiários foram os antigos burocratas soviéticos, os chefes criminosos, os bancos estadunidenses e israelenses, os especuladores imobiliários europeus, os construtores do império estadunidense, os militaristas e as companhias multinacionais. Os presidentes Bush (pai) e Clinton proporcionaram apoio político e econômico para os governos de Gorbachov e Yeltsin que supervisionaram a pilhagem da Rússia, ajudados e estimulados pela União Européia e Israel. O resultado do roubo massivo; o desemprego, a pobreza e a desesperação; contribuiu para um grande aumento dos suicídios, transtornos psicológicos, alcoolismo, adição às drogas e doenças raramente padecidas nos tempos soviéticos.
A esperança de vida entre os russos de sexo masculino, caiu de 64 anos no final do socialismo para 58 anos em 2003 (Wall Street Journal, 2 de abril de 2004), abaixo do nível de Bangladesh e 16 anos abaixo dos 74 anos de Cuba (Estatística Nacional Cubana, 2002). A transição ao capitalismo na Rússia, por si só, deu lugar a mais de 15 milhões de mortes prematuras (que não ocorreriam se as taxas de esperança de vida permanecessem nos níveis do socialismo).
Estas mortes socialmente induzidas sob o novo capitalismo são comparáveis às do pior período das purgas dos anos 30 do século passado. Os especialistas demográficos predizem que a população da Rússia vai diminuir 30% ao longo das próximas décadas (WSJ, 4 de fevereiro de 2004).
As piores conseqüências da "transição" ao capitalismo ainda estão por vir durante os próximos anos. A introdução do capitalismo minou por inteiro o sistema de saúde pública, o que produziu uma explosão de doenças infecciosas mortais, antes bem controladas. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre VIH/SIDA (UNAIDS) publicou um informe general no qual se dizia que na Europa do Leste e na Ásia Central, os níveis de infeção crescem com maior rapidez que noutras partes, mais de 1,5 milhões de pessoas na região estão hoje infectadas (2004), em comparação com os 30 mil casos em 1995 (e menos de 10 mil no período socialista). As taxas de infeção são ainda mais elevadas na Federação Russa, onde o aumento da infeção pelo vírus do sida entre os jovens que chegaram à maioria de idade sob os regímenes "capitalistas" entre 1998 e 2004 se encontra entre as mais elevadas do mundo.
As máfias da Rússia, Europa do Leste, os Balcãs e os países do Báltico, contribuem grandemente à epidemia de sida a través do tráfico de heroína e das 200 mil "escravas sexuais" que cada ano distribuem nos bordéis de todo o mundo. A máfia albanesa, que opera no recém "libertado" Kossovo, controla uma parte significativa do tráfico de heroína e da prostituição em toda Europa Ocidental e América do Norte. As grandes quantidades de heroína produzidas pelos senhores da guerra do "libertado" Afeganistão; aliados dos EEUU; passam a través dos mini Estados da antiga Iugoslavia e inundam os países da Europa Ocidental. Os recém "emancipados" milionários da máfia judia russa controlam uma parte importante do tráfico de drogas, armas ilegais, mulheres e meninas destinadas à indústria sexual e da lavagem de dinheiro em todos os países de EEUU, Europa e o Canadá (Robert Friedman, Red Mafiya, 2000). Os milionários da máfia compraram e venderam praticamente a todos os principais políticos e partidos das "democracias do Leste", sempre em aliança informal ou formal com os serviços de inteligência estadunidenses e europeus.
Os indicadores econômicos e sociais provam de maneira concludente que o "autêntico capitalismo existente" é muitíssimo pior que o pleno emprego e o crescimento moderado dos estados de bem-estar que existiam durante o anterior período socialista. Desde o ponto de vista pessoal; no relativo à segurança pública e privada, o emprego, as pensiones e a poupança; o sistema socialista foi um lugar muito mais seguro para se viver que as sociedades controladas por bandos capitalistas que as substituíram. Desde o ponto de vista político, os Estados comunistas foram muito mais sensíveis às demandas sociais dos trabalhadores, limitaram às desigualdades econômicas e, mesmo adaptando-se aos interesses da política exterior soviética, diversificaram, industrializaram e foram proprietários de todos os principais setores da economia. Sob o capitalismo, os políticos dos antigos estados comunistas venderam a preço de banana todas as indústrias principais a monopólios estrangeiros ou locais, criaram monstruosas desigualdades e deixaram de ocupar-se da saúde e dos interesses dos trabalhadores. Com relação à propriedade dos meios de comunicação, o monopólio estatal foi substituído por monopólios estrangeiros ou nacionais, com similares efeitos de homogeneização
. Não há dúvida de que se são analisados de maneira objetiva os dados comparativos entre os 15 anos de "transição" capitalista e os 15 anos anteriores do socialismo, o período socialista é superior em quase todos os indicadores da qualidade da vida.
Se compararmos hoje o socialismo cubano com os novos países capitalistas surgidos na Rússia, Europa do Leste e a Ásia meridional. O socialismo cubano sofreu o duro golpe do giro ao capitalismo na URSS e Europa do Leste. A produção industrial e o comércio diminuíram 60% e a ingestão de calorias diária de cada cubano caiu à metade. No obstante, a mortalidade infantil em Cuba continuou diminuindo de 11 casos por cada 1000 nascimentos vivos em 1989 a 6 em 2003 (cifras que se comparam com vantagem com as de EEUU). Enquanto que a Rússia dedica só 3,8% do seu PNB ao gasto sanitário público e 1,5% ao privado, o orçamento cubano ascende ao 16,7%. Enquanto que a esperança de vida entre os homens caiu a 58 anos na Rússia capitalista, na socialista Cuba se elevou a 74 anos. Enquanto que o desemprego cresceu até o 21% na capitalista Polônia, diminuiu ao 3% em Cuba. Enquanto que as drogas e as máfias campeiam livremente entre os novos países capitalistas, Cuba iniciou programas educativos e de formação para a juventude desempregada e paga salários enquanto aprende-se uma profissão e se obtém um emprego.
Os contínuos avanços científicos de Cuba em biotecnologia e medicina são de nível mundial, enquanto que as infra-estruturas científicas dos antigos países comunistas desmoronaram e seus cientistas migraram ou vivem sem recursos. Cuba conserva sua independência política e econômica, enquanto que os novos países capitalistas se converteram em clientes militares de EEUU e proporcionam mercenários ao serviço do império nos Balcãs, Afeganistão e Iraque. Ao contrario dos europeus orientais, que trabalham como soldados mercenários para os EEUU no Terceiro Mundo, 14 mil médicos cubanos trabalham nalgumas das regiões más pobres da América Latina e África cooperando com os governos nacionais que solicitaram seu trabalho. Há mais de 500 médicos cubanos no Haiti. Em Cuba, a maior parte das indústrias são nacionais e públicas, com alguma participação de mercados privados e empresas conjuntas com capital estrangeiro. Nos antigos países comunistas, quase todas as industrias básicas são de propriedade estrangeira, como o são a maior parte dos meios de comunicação e as "indústrias da cultura". Enquanto que Cuba conserva una rede social de segurança para os alimentos básicos, a habitação, a saúde, a educação e os esportes, nos novos países capitalistas o "mercado" exclui do aceso a muitos destes bens e serviços a setores substanciais dos desempregados e dos trabalhadores mal pagos.
Os dados comparativos sobre a economia e a sociedade provam que o "socialismo reformado" em Cuba ultrapassou grandemente o funcionamento dos novos países capitalistas de Europa do Leste e Rússia, para não falar da Ásia Central. Inclusive com as conseqüências negativas da crise de princípios dos 90 e do crescente setor do turismo, o clima moral e cultural de Cuba é muito mais saudável que o de qualquer dos regímenes corruptos dirigidos pelo crime organizado, cúmplices do tráfico de drogas, das redes de prostituição e de subordinação ao império estadunidense. De igual importância é o fato de que, enquanto o sida infecta a milhões de pessoas na Europa do Leste e Rússia, Cuba tem os melhores e mais humanitários programas de tratamento e prevenção do mundo para fazer frente ao sida. Remédios antivírus gratuitos, tratamento médico sem custo algum, programas de saúde pública bem organizados e educação sanitária, explicam à perfeição por quê Cuba tem a incidência menor de sida dos estados em vias de desenvolvimento, a pesar da presença duma prostituição em pequena escala, relacionada com o turismo e os baixos ingressos.
O debate sobre a superioridade do socialismo e o capitalismo continua em pé, porque o que substituiu ao socialismo após a derrubada da URSS é muito pior em todos os índices de importância. O debate continua de pé porque as conquistas de Cuba ultrapassam aos dos novos países capitalistas e porque na América Latina os novos movimentos sociais têm realizado mudanças no autogoverno (os zapatistas), na democratização da propriedade da terra (o MST do Brasil) e no controle dos recursos naturais (Bolívia) muito superiores a qualquer coisa que o imperialismo estadunidense e o capitalismo local possam oferecer. O socialismo atual é uma nova configuração que combina o estado de bem-estar do passado, os programas humanos sociais e as medidas de segurança de Cuba com as experiências de autonomia do EZLN y do MST. ¡Tomara nos continue indo bem!"
retirados de: http://www.desempregozero.org.br/artigos/capitalismo_frente_a_socialismo_continua
_o_grande_debate.php


E com efeito é contra todos estes males que continuaremos a luta contra o capitalismo e as desigualdades.

Hoje 15 anos após a queda da união soviética, podemos ver quão mal o mundo se tornou!
TEMAS:
PC Blog: Virgilio Alves às 19:38
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3 comentários:
De Joao a 2 de Dezembro de 2007 às 16:58
Pois porque de imperialistas os comunistas nunca tiveram nada...

De Sem Nome a 16 de Março de 2011 às 16:14
Acho que consegues perceber bem quais as diferenças, que são Gigantes, logo esse teu comentário é escusado. Se realmente não sabes a diferença, vai estudar e depois passa por cá.
Não que os "comunistas" RUSSOS pós 2º guerra não tenham feito muita merd.

Abraçado camarada.
De JEC a 2 de Dezembro de 2007 às 17:02
Sim antes da queda do muro é que se estava bem...sem dúvida...e o muro até devia ser para os habitantes da alemanha ocidental nao poderem entrar naquele paraiso comunista...

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